segunda-feira, 14 de maio de 2012

Formação do Programa Brasil Alfabetizado no Cassino


A Formação Inicial do Programa Brasil Alfabetizado (PBA) para professores, alfabetizadores, coordenadores de turma e intérpretes de libras com a presença da assessora da Educação de Jovens e Adultos (EJA), professora Zilma Klein Freitas, da Secretaria de Estado da educação (Seduc), teve início na segunda-feira (7), no Hotel Atlântico, no Cassino. Participam 55 profissionais de educação da região da 18ª Coordenadoria de Educação comtemplando nesta etapa os municípios de Rio Grande e São José do Norte. 

Entre as atividades, houve palestra com a professora Cláudia Gewehr Pinheiro com a temática: Letramento de Ensino-Aprendizagem. Na terça-feira (8), nos dois turnos a mesma pedagoga prosseguiu os trabalhos pela manhã e tarde com o tema: Abordagens Metodológicas para a Alfabetização e Letramento. Ontem a noite aconteceu oficina pedagógica “(DES) construindo estereótipos através da arte educação” com a professora Goreti Costa Butierres. 

No encerramento, na quinta-feira (9), a professora tratará dos seguintes temas: Avaliação e Planejamento Diversificado e a tarde no encerramento Planejamento em Ação. 

Segundo a responsável pelo PBA na 18ª Coordenadoria Regional da Educação (CRE), professora Maria da Graça do Prado Alves, o MEC realiza, desde 2003, o Programa Brasil Alfabetizado (PBA), voltado para a alfabetização de jovens, adultos e idosos. “O programa é uma porta de acesso à cidadania e o despertar do interesse pela elevação da escolaridade. O Brasil Alfabetizado é desenvolvido em todo o território nacional em milhares de municípios que recebem apoio técnico na implementação das ações do programa, visando garantir a continuidade dos estudos aos alfabetizandos”, finaliza.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Visita muito importante


Hoje, recebemos a visita da Profª Maria Lima, na 18ª Coordenadoria de Educação.
A visita teve o objetivo de nos informar que, no próximo dia 31 de maio, Dona Julinha completaria 100 anos. 

A Professora Júlia Nahuys Coelho, carinhosamente chamada de Dona Julinha, foi Diretora do Instituto de Educação "Juvenal Miller" e Delegada de Educação da região do Rio Grande.
O prédio que abriga, hoje, a 18ª Coordenadoria Regional de Educação foi inaugurado sob sua gestão.

Dona Julinha faleceu há 12 anos e como marcaram, algumas amigas, em nota  publicada no Diário Popular, esta renomada professora, grande administradora e empreendedora, ainda não recebeu uma destaque que lhe faça jus.

Assumimos o compromisso de organizar uma atividade para marcar a data junto com a direção do Juvenal Miller e do NEEJA.











Profª Maria Lima na formatura 2011 do Curso Normal.
Foi convidada especial por ter integrado a primeira turma de normalistas do Instituto de Educação Juvenal Miller.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Seduc anuncia investimentos de R$ 1,3 milhão na Região de Rio Grande


A secretária-adjunta da Educação, Maria Eulalia Nascimento, anunciou durante a 15º interiorização do governo do Estado em Rio Grande, na manhã deste sábado (28), investimentos de R$ 1,3 milhão, em sete escolas no município de  Rio Grande e uma em São José do Norte. Entre investimentos novos e já executados, a Seduc está aplicando R$ 2,3 milhões na região.  O governador Tarso Genro coordenou a interiorização, que contou com a presença do prefeito de Rio Grande, Fábio Branco, de secretários de Estado e de representantes da sociedade civil. O governador Tarso Genro afirmou que muitas obras demoram para ser executadas devido a uma legislação burocrática. 

A secretária Eulalia informou que em São José do Norte será construída uma escola nova. Ela, também, fez uma prestação de contas dos recursos aplicados na região desde 2011. Entre obras em andamento e já executadas os recursos aplicados somam quase. R$ 700mil. 

A secretária-adjunta informou que as escolas estaduais Marechal Mascarenhas de Moraes, de Rio Grande, e Silvério da Costa Novo, de São José do Norte, estão com os processos de implantação do Ensino Médio em fase final de aprovação pelo Conselho Estadual de Educação (CEEd).  Já a Escola Estadual de Ensino Médio Brigadeiro José da Silva Paes, de Rio Grande, está com o processo de autorização de implantação do curso de Técnico em Informática em tramitação do CEEd, com previsão de início das aulas em 2013. O mesmo ocorre com o Curso de Técnico em Logística, da Escola Técnica Getúlio Vargas, também de Rio Grande. 

Eulalia relatou que o curso de Técnico em Segurança do Trabalho, oferecido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC), através do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec Tec) já tem 223 inscritos para 144 vagas, distribuídas em quatro turmas. O curso terá duração de um ano e meio e se destina a alunos do 2º e 3º anos do Ensino Médio Politécnico. As aulas iniciam no dia 7 de maio. 

Em desses anúncios, uma  boa notícia para os funcionários de escola da região. O Instituto Federal Sul Rio-Grandense, através do programa Profuncionário, do Ministério da Educação (MEC), está oferecendo 720 vagas para os cursos técnicos de Alimentação Escolar, Infraestrutura Escolar, Multimeios Didáticos e Secretaria Escolar. Os cursos, gratuitos, se destinam a funcionários das escolas estaduais da região de Rio Grande. 

Escola contempladas com o Plano de Necessidades de Obras - PNO 2012:
Rio Grande
     E.E. Ensino Médio Prof. Loréa Pinto
     E.E. Ensino Médio Dr. Mariano Beck - CIEP
     E.E. Ensino Fundamental Saldanha da Gama

São José do Norte 
     E.E. Ensino Médio Capitão Luiz Ferreira
     E.E. Ensino Fundamental  Marques de Souza

Santa Vitória do Palmar
     E.E. Ensino Médio Manoel Vicente do Amaral

A nova orientação da SEDUC para realização das obras reunirá todos os processos em tramitação, promovendo nova avaliação das necessidades da escola contemplada, transformando tudo em um único projeto de reparos e recuperação do prédio.

domingo, 29 de abril de 2012

Mais uma vez, apelamos às redes



Pela segunda vez neste mês, um articulista de ZH utiliza o espaço do jornal para fazer ataques diretos a políticos do governo do Estado, reportando-se diretamente à pessoa do governador. Neste domingo, foi a vez da jornalista Rosane de Oliveira "sentenciar" que Tarso Genro será "incoerente ou irresponsável", na solução para o pagamento do piso nacional do magistério. A colunista desconsidera o fato de que o governo da Unidade Popular Pelo Rio Grande adotou uma outra posição para retirar o estado da crise, que não a do governo anterior de criação do "déficit zero", que diminuiu as funções do Estado, sucateou a administração pública e congelou salários.

Neste sábado, ao ler a coluna, quando voltava de mais uma edição da Interiorização de Governo, em Rio Grande, o governador fez algumas considerações sobre o novo episódio de ideologização da notícia, através do falseamento da verdade.

1- Sobre o Colunismo Político predominante
"É um certo tipo de colunismo político que ainda não se esgotou no país, mas que tende rapidamente a esgotar-se pela falta de credibilidade, pois ele vem perdendo a sua capacidade de transmitir informações e críticas fundadas. Ele perdeu a “fala” universal, que caracterizou os grandes colunistas políticos do país, com capacidade de informar e criticar com seriedade e passou a defender posições ideológicas dissimuladas, “adaptando” ou inventando os fatos, para contentar um público determinado –aquele que este tipo de jornalismo cativa, com seus malabarismos factuais e lugares comuns: os que adoraram as ideias do neoliberalismo que está levando a Europa à ruína e que, aqui, foram retratados no famoso “déficit” zero. Aliás, não é de graça que a colunista de política da Zero Hora é a mais saudosa do “déficit zero”, que não só paralisou o estado, mas aplicou um brutal arrocho salarial nos servidores, situação que agora estamos começando a reverter".

2- As constantes criações de factóides e inverdades

"O mesmo estilo de jornalismo político que "define" que o governador será incoerente ou irresponsável, é o mesmo que inventou, por exemplo, que eu defendi uma posição contrária aos sistema de PPPs no caso da RS 10, quando, na verdade, defendi e defendo a PPP e tenho negociado com os prefeitos a adaptação para baratear a proposta. Nunca fui contrário a PPPs. O que sou contrário é que elas sejam apenas um negócio bom para as empresas e não atendam o interesse público. Sou, inclusive, um dos elaboradores da atual lei que rege as parcerias público-privadas no país, cuja redação foi comandada pelo Fernando Haddadd quando ele era Secretário do Ministério do Planejamento e eu era ministro do CDES, no primeiro governo Lula. Este tipo de jornalismo inventa, por exemplo, que prometi “mundos e fundos” para os servidores e que prometi pagar o piso dos professores imediatamente. Isso é uma deslavada inverdade, pois está gravado nos debates e está escrito numa carta remetida ao CPERS que nós criaríamos as condições para pagar o piso e que isto ocorreria de forma processual. Esta foi e é a minha posição. Nunca prometi "mundos e fundos", mas uma política de recuperação salarial que está sendo implementada, e que, aliás, está sendo criticada pela oposição, representada na coluna de ZH de domingo pelo presidente do PP e ex-secretário de Relações Institucionais do governo anterior, Celso Bernardi. Este jornalismo, recentemente, também inventou que a nossa proposta de aumento para uma parte da categoria dos professores era a mesma da governadora Yeda. E o fez rapidamente, sem ter a mínima noção do que é uma transação judicial. Omitiu deliberadamente que a posição do governo não exigiu nenhuma renúncia de direito pelos servidores do magistério; que a nossa posição não retira a proposta de alcançar o piso até 2014; que ela não exigiu a alteração do "quadro de carreira" e que o aumento atual constituiu-se, apenas, em mais um aumento -um adiantamento de aumento ao magistério. Ao dizer isso -que a nossa proposta era igual a da governadora Yeda- a colunista revela duas coisas: primeiro, que não se informou sobre o que estava acontecendo e, segundo, que se apressou a forjar uma suposta informação que confirmaria a nossa “incoerência”. Na verdade, quando ela fala em incoerência, quer é lembrar que o bom era o “déficit zero”. Por isso sua análise das nossas medidas salariais envolve dois extremos: critica os aumentos excessivos aos servidores e diz, ao mesmo tempo, que os aumentos -no caso dos professores- são insatisfatórios".

3- Sobre a estratégia, pouco compreendida ou não aceita pela oposição ao nosso governo, de consolidar o Estado como indutor do desenvolvimento ecônomico e social

"A nossa estratégia, até agora, está dando certo: usar os recursos próprios para reorganizar a máquina pública que estava destruída e melhorar os salários dos servidores; buscar recursos do Governo Federal para investimentos -inclusive através do recebimento da dívida da União com a CEEE; buscar financiamentos no BID, no Banco Mundial e no BNDES; aumentar, com meios técnicos adequados, as receitas sem aumentar impostos; estabelecer uma política de relações internacionais para atrair investimentos produtivos; retomar o crescimento no estado tendo como ponto de partida a base produtiva local, voltados para a renovação da nossa base tecnológica; fazer um “déficit” responsável sem cair na armadilha neoliberal de reduzir políticas de proteção e promoção social, deixando os pobres a ver navios".

4- A utilização das redes socias e dos blogs para responder à grande mídia

"Eu passei a responder através dos “blogs” e das redes, porque esta forma de colunismo que estamos falando é, também, uma armadilha: constrói fatos para promover a sua visão de mundo, de Estado e de política, e também quer monopolizar o debate, frequentemente só publicando parte das respostas daqueles que são alvos da suas invenções. Quando se tratam de matérias que contam fatos verdadeiros e que pendem, sobre ela, uma interpretação política, ideológica ou econômica, acho adequado que se responda pelo próprio jornal, quando ele permite a resposta, como, aliás, é o caso da Zero Hora".

5- Direito de resposta também em tom crítico

Tenho respeito pela colunista Rosane de Oliveira. Acho que ela cumpre rigorosamente o seu papel crítico, que é esperado pelo jornal a que serve, que, como sabemos, não pode ser considerado simpatizante do projeto que nós, do PT e da esquerda, representamos. Mas ela merece, da nossa parte, a atenção e respeito que temos com todas as forças políticas democráticas do estado. Nem acho que se trata de má-fé, mas de miopia ideológica: se os fatos não tem confirmado que o Tarso é incoerente, mas, ao contrário, tem confirmado que temos aplicado o nosso programa de governo de forma coerente, é preciso “adaptar” os fatos e repetir a acusação de incoerência para, ao final, consolidar uma “verdade” pela repetição. E também, imediatamente, para salvaguardar a defesa do “déficit zero”, que sempre foi apresentado pela colunista como um exemplo de boa gestão pública".

6- Sugestão

"Assim como fui cobrado como governador, também defendo que a colunista seja mais responsável e não crie falsas incoerências ou irresponsabilidades. Recomendo à ela, por exemplo, que leia todas as colunas do falecido Carlos Castello Branco, do Márcio Moreira Alvez e do grande Newton Carlos, paradigmas da seriedade no jornalismo político".
Por Assessoria de Imprensa do Palácio Piratini.

sábado, 21 de abril de 2012

Seduc debate ensino técnico e trabalho flexível

A professora e pesquisadora Acácia Kuenzer defendeu que a educação profissional deve proporcionar “uma densa e solida formação geral, articulada com a formação técnica”. A afirmação foi feita no seminário “Formação Necessária para Educação Profissional no Contexto do Trabalho Flexível”, que aconteceu no final da tarde desta quinta-feira (19), no Auditório do Centro Administrativo Fernando Ferrari. O evento contou com a participação de representantes das Coordenadorias Regionais de Educação (CREs) e das escolas técnicas de Porto Alegre e Região Metropolitana. 

O secretário de Estado da Educação, Prof. Dr. Jose Clovis de Azevedo, anunciou, na abertura do Seminário, que “o repasse de um milhão e 400 mil reais para as escolas técnicas já está liberado, aguardado apenas a validação, pelas escolas, dos critérios para distribuição dos recursos”. Azevedo afirmou que a Educação Profissional é prioridade para a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e informou que para 2013 haverá mudança na distribuição dos recursos da autonomia escolar: “Com um repasse maior para as escolas técnicas”. O secretário explicou que está em estudo a criação de novos cursos para atender as necessidades de desenvolvimento do Rio Grande do Sul. 

A professora Acácia Kuenzer. Fez uma reflexão sobre as mudanças na forma de organização do trabalho e os impactos na educação. Ela explicou que no modelo fordista/taylorista, que dominou a produção capitalista no século XX, o trabalhador executava tarefas repetitivas e ficava muitos anos em uma mesma empresa. Neste contexto as escolas técnicas formavam os estudantes para executarem tarefas repetitivas. 

Com a reestruturação da organização do trabalho, implantada a partir dos anos 80 do século passado, o trabalho assumiu uma caraterística flexível: “A flexibilização do mercado leva a que as pessoas entrem e saiam das ocupações para as quais se formaram, seguindo a lógica de emprego/ desemprego. Neste novo contexto o trabalho intelectual passa a ser mais valorizado, para a solução de problemas. Já que o trabalho repetitivo é automatizado. No trabalho flexível as cadeias produtivas agregam desde o trabalho desqualificado até o trabalho intelectual”. 

Segundo a pesquisadora as transformações no mercado de trabalho geraram novas demandas para a Educação Profissional, Ela defendeu que “a escola prepare o jovem para ingressar no mercado, com uma perspectiva crítica sobre a realidade da organização do trabalho”. Kuenzer afirmou que educação geral desqualificada não leva ao aumento da empregabilidade: “É necessário é uma articulação entre educação geral e educação tecnológica de alta qualidade. Formando jovens que tenham uma formação politécnica e que conheçam o mundo do trabalho e técnicos que tenham uma formação geral que leve a reflexão”, concluiu a palestrante. 

terça-feira, 17 de abril de 2012

18ª CRE entrega notebooks exclusivos para alunos com deficiência visual

Foto: Fábio Dutra

A Secretaria de Educação do Estado (Seduc), através da 18ª Coordenadoria Regional de Educação (18ª CRE), entregou nesta terça, 17, na escola Barão de Cerro Largo, dois notebooks exclusivos para os alunos Fábio Vieira Ribeiro, do 2º ano do ensino médio da Escola Bibiano de Almeida, e Fernando Jacinto Martins Neto, da 7ª série da Escola Barão de Cerro Largo, ambos portadores de deficiência visual (cegueira).

De acordo com a assessora de Educação Inclusiva da 18ª CRE, Iliete Lopes Lema Garcia, com os repasses, 100% dos alunos portadores de cegueira de escolas estaduais da região de abrangência da 18ª coordenadoria estão assistidos. Segundo ela, são 10 alunos com a deficiência na região, e todos já possuem computadores adaptados, alguns foram doados pelo Ministério da Educação (MEC) e outros pela Seduc.

Conforme Iliete, foram instalados nos computadores programas auditivos específicos, como o Mac Daisy, o Dosvox e audiolivros. Ela explicou que os aplicativos já são utilizados pelos estudantes nas salas de recursos e auxiliam os alunos na leitura e na escrita. “Tudo o que aparece na tela do computador, um sintetizador lê, à medida que o aluno vai passando o mouse, o outro programa lê o que o aluno está escrevendo”, disse a assessora.

Segundo ela, os programas foram desenvolvidos por um aluno, portador de deficiência visual, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e são adotados por instituição de ensino e portadores de cegueira em todo o Brasil.

A coordenadora em exercício da 18ª CRE, Denise Marques, afirmou que além de cumprir uma política social, com o repasse dos computadores, o Estado está resgatando alunos da educação inclusiva com grande potencial.

Para Fábio, um dos alunos contemplados, o Estado está fazendo a sua parte, as oportunidades estão sendo dadas, e agora é a vez de os alunos aproveitarem da melhor forma possível os notebooks. Já Fernando, que também recebeu um notebook, disse que o computador ajudará muito, não só em se tratando de inclusão, mas na mobilidade também. “Antes eu tinha que conviver carregando três quilos, agora com o presente isso vai facilitar o meu trabalho”, comentou. Já que antes ele precisava levar para a escola livros em braile e uma máquina braile, com o notebook nada disso mais será necessário.

Fonte: Jornal Agora (17/04/12)

Governo Federal destina ônibus para municípios da Metade Sul do RS

Atual presidente da Comissão Mista de Orçamento, o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) anunciou que os municípios de Rio Grande, Santa Vitória do Palmar, São José do Norte e São Lourenço do Sul vão receber recursos para aquisição de ônibus para transporte escolar. A confirmação veio após uma reunião entre Pimenta e técnicos do Ministério da Educação, no final da semana passada.

Rio Grande terá direito a dois veículos, enquanto São José do Norte, São Lourenço do Sul e Santa Vitória do Palmar a uma unidade cada. O custo de cada veículo é de aproximadamente R$ 132 mil, e 64 municípios gaúchos devem ser contemplados com ônibus entre 2012 e 2014. Segundo Pimenta, esta ação beneficia as cidades que possuem pessoas com deficiência, em idade escolar, fora da escola.

De acordo com o deputado, para a aquisição do ônibus, a Prefeitura deve registrar a demanda no Plano de Ações Articuladas (PAR) e, posteriormente, fazer a adesão ao Programa de Transporte Escolar Acessível no Simec. Após, deve ser preenchido o Plano de Trabalho no Sistema de Gerenciamento de Adesão de Registros de Preço (Sigarp).

Pimenta explica que ao aderir ao Programa, a Prefeitura assume o compromisso de disponibilizar motorista e auxiliar de bordo, bem como a manutenção do veículo, não havendo contrapartida financeira. Os recursos serão transferidos para o município via Fundo Nacional de Desenvolvimento para Educação (FNDE).

Fonte: Jornal Agora